Pequenos Negócios geraram 463 mil empregos no ano

Responsáveis pelo saldo positivo de empregos gerados no Brasil este ano, as micro e pequenas empresas fecharam outubro alavancando vagas pelo sétimo mês consecutivo. De acordo com levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego , os pequenos negócios abriram 60,5 mil postos de trabalho formal no mês passado, respondendo por quase 80% dos empregos criados no país nesse mês.

Ao longo do ano, com exceção do mês de março, o segmento apresentou número de contratação superior ao de demissões. Enquanto as empresas de micro e pequeno porte acumulam saldo positivo de 463 mil novos empregos, as médias e grandes fecharam ao todo 178,8 mil postos de trabalho.

“São os pequenos negócios que puxam a retomada do mercado de trabalho. Eles blindam o desemprego, mesmo na crise, porque aproveitam as oportunidades”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Em outubro, o Comércio reuniu a maior quantidade das vagas geradas nas micro e pequenas empresas, com a criação de 30,1 mil novos postos. Em seguida, estão os pequenos negócios do setor de Serviços, com 19,6 mil empregos, principalmente nas atividades imobiliárias (9,1 mil vagas) e nos Serviços de alojamento e alimentação (5 mil postos).

No acumulado do ano até outubro, a geração de empregos nas empresas de micro e pequeno porte foi destaque no setor de Serviços, que contratou quatro vezes mais que os pequenos negócios da Indústria de Transformação.

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Joaquim Cartaxo: “Os negros nos pequenos negócios”

Ao mesmo tempo em que proliferam manifestações de caráter racistas no Brasil, cresce também o número de pessoas que se autodeclaram negros. Os resultados do módulo temático Moradores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad – 2016) apontaram o crescimento de 14,9% no número de pessoas que se autodeclararam negros, o aumento de 6,6% na população parda e a redução de 1,8% dos que se autodeclararam brancos, no período de 2012 a 2016.

 

Até o Censo Demográfico 2010, os brancos representavam mais da metade do total da população brasileira. Mas, naquele ano, os que se autodeclaram negros e pardos ultrapassaram os brancos. Este acréscimo faz ver em parte um maior reconhecimento da população quanto à própria cor, concomitantemente às transformações sociais, culturais e políticas de caráter popular acontecidas no País, nos últimos 15 anos.

 

Mudanças que podem ser verificadas ao se mensurar o aumento da quantidade de empreendedores negros, neste período. Entre 2001 e 2014, a participação dos empreendedores negros cresceu 8%. De acordo com dados do Sebrae, em 2001, os que se autodeclaravam brancos respondiam por 56% dos negócios do país. Em 2014, dos 24,9 milhões de empreendedores do País, 51% dos donos das micro e pequenas empresas brasileiras se autodeclararam negros e 48% brancos. O 1% restante representa a categoria “Outros”, que inclui os amarelos, os indígenas e os que não declararam raça/cor.

 

Entre empresários negros e brancos, as atividades econômicas são semelhantes. Evidencie-se que a maior concentração de negros e pardos está no comércio e agricultura. Logo depois, aparecem os serviços, a construção civil e a indústria.

 

Concordando com Luiz Barreto, ex-presidente nacional do Sebrae: “O aumento da participação da população negra no empreendedorismo é mais uma forma de fortalecer as políticas de promoção de igualdade racial e prevenir o racismo institucional”.

 

Joaquim Cartaxo

cartaxojoaquim@bol.com.br

Arquiteto urbanista e superintendente do Sebrae/CE

 

Fonte: https://mobile.opovo.com.br/jornal/opiniao/2017/12/joaquim-cartaxo-os-negros-nos-pequenos-negocios.html

Sebrae Previdência altera meta de rentabilidade e amplia investimentos em renda variável e estruturados

O Sebrae Previdência alterou a meta de rentabilidade dos perfis de investimento moderado e arrojado do seu plano de benefícios Sebraeprev, passando de 103% 1 105% do CDI para 105% e 100% do CDI, respectivamente. Já o perfil conservador permanecerá com a meta em 101% do CDI. A entidade também decidiu aumentar a alocação dos perfis moderado e arrojado nos segmentos de renda variável e estruturados, além de investir mais no exterior.

As decisões foram baseadas em um cenário de crescimento econômico moderado para a economia brasileira no próximo ano, com inflação e taxa de juros baixas e a necessidade de obter maior rentabilidade com ativos financeiros de maior risco e mais diversificação.

 

Fonte: http://www.investidorinstitucional.com.br/index.php/br/investidoronline/31758-sebrae-previdencia-altera-meta-de-rentabilidade-e-amplia-investimentos-em-renda-variavel-e-estruturados.html